quinta-feira, 3 de março de 2011

Anseio por escrever tudo o que sinto e que penso. Mas desde a fumaça tola e doída do cigarro que possui minha mão até minha boca com gosto amargo e imaturo da dor, não vejo nada.
Um espaço cheio e ao mesmo tempo vazio.
Que seja! Na minha atual ignorância só preciso presenciar linhas preenchidas.

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