quinta-feira, 24 de março de 2011

A AMPULHETA DE FOGO.

O que aconteceu afinal? Essa geralmente a pergunta de quem termina de ler a minha última história. É um conto, onde procuro não desviar a atenção do leitor, a não ser para que ele pergunte sempre o que está acontecendo. Um drama, marcado por surpresas e ação. Estou disponibilizando ele para download, por ser, grandinho, diremos assim. Agradeço aos que leram, e estou aberta a críticas. Um Beijo e não esquecendo de dizer que foi escrito em word 2007.
Boa leitura queridos seguidores.


http://rapidshare.com/files/454203155/Deise_w..docx

quinta-feira, 3 de março de 2011

Anseio por escrever tudo o que sinto e que penso. Mas desde a fumaça tola e doída do cigarro que possui minha mão até minha boca com gosto amargo e imaturo da dor, não vejo nada.
Um espaço cheio e ao mesmo tempo vazio.
Que seja! Na minha atual ignorância só preciso presenciar linhas preenchidas.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

E concretizamos esse recomeço, com esta semente plantada abaixo de nossos pés; crendo somente que o nosso fim será ao cair a última folha desta futura árvore.
Desejo ainda, que nesta última folha esteja escrito em seus traços, quem fomos juntos, e agora silenciados, que ela caia sobre esta pedra que nos cobre, para que quem a leia saiba o quanto fomos felizes.
Deise Wolmer
Como andarilho, eu vou. Por essas ruas mal iluminadas; Mal posso ver minha sombra refletida do asfalto. Sozinho nessa estrada, clamo por alguém que me escute. Não espero que me dêem comida, pois meu alimento não é sólido e também não espero que dêem água, pois minha sede não é líquida.
Espero encontrar alguém que saiba amar.
E depois que encontrar, saberei que não é preciso mais caminhar!
Deise Wolmer
Por mais que eu induza o meu olfato, ele não consegue decifrar este cheiro; E a minha audição, já por hoje gasta, não responde a minha pergunta. Me tato, por outro lado, diz não conseguir achar o que quero tocar; E a minha visão está embaçada. Me sinto impossibilitada, e isso aumenta em mim a cada segundo. Não para; E eu não consigo me afastar.
Grito! Mas não ouço minha própria voz. Isso é tão ruim, mas tão adorável. Estou sufocada, mas não quero que isso me largue. É estranho e escuro, mas há uma luz à minha esquerda. Parece estar escrito algo. A escuridão está enorme aqui, mas preciso ler aquilo naquela luzinha.
Parece estar chegando perto, estou agonizando de ansiedade, e minha pele sua, minhas pernas tremem e o passo começa a encurtar.
O embaçado da minha visão começa a diminuir e agora bem perto da luz, posso ver, quase com clareza o que está escrito.
Meu nervosismo me suga, e a escuridão agora iluminada me permite gritar o que li.
Amor, sim. O que estou sentindo é amor !
Deise Wolmer
Não grite! Não escutarei e muito menos ouvirei.
Olhe-me nos olhos, assim entenderei.
Deise Wolmer
Áh, se o vento me trouxe até aqui; aqui ficarei.
mas, sempre preparada para o seu retorno.
Deise Wolmer
Hoje, desejo que o teu sorriso me acompanhe.
Pois as tuas lágrimas já estão em meu rosto.
Deise Wolmer
...Só estou tentando dizer, que não me importo com o que significo.
Deise wolmer
E o que está folheando agora, é a minha vida! Está folheando minha imaturidade e minha insignificância, minhas dores e meus temores.
Por favor, peço que pare! Não lhe dei permissão, nem acesso ao meu eu!
Deise Wolmer